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	<title>Economia &#8211; Sindicato dos Químicos Suzano</title>
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	<description>Sindicato oficial do Alto Tietê</description>
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		<title>Ministros e sindicalistas dos BRICS debatem pandemia com representante da OIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 16:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Participa do debate, representando a Força Sindical, o 1º secretário da Central, Sergio Luiz Leite, Serginho Crédito: Arquivo Centrais Sindicais dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia,<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
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<section id="post-content" class="post-content"><em class="post-excerpt">Participa do debate, representando a Força Sindical, o 1º secretário da Central, Sergio Luiz Leite, Serginho</em></p>
<table class="post-image-wrapper pull-center">
<tbody>
<tr>
<td>
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<div class="post-image"><img decoding="async" class="ck-img" src="https://fsindical.org.br/midias/image/34788-whatsapp-image-2020-10-09-at-11-24-44.jpg" alt="WhatsApp Image 2020-10-09 at 11.24.44" /><span class="post-image-credit">Crédito: Arquivo</span></div>
</figure>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div>Centrais Sindicais dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) participam da reunião dos ministros do trabalho dos BRICS, com a participação do Diretor Geral da OIT GUY RYDER, e a ISSA ( Internacional da Saúde e Seguridade Social).</div>
<div></div>
<div>Participam representantes brasileiros, das centrais sindicais , CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB.  E representando o  governo brasileiro participa Bruno Dalcomo, do ministério da economia.</div>
<div></div>
<div>Os principais temas do debate são: Segurança e saúde do Trabalho, economia digital, Sistema de Seguridade social e combate à pobreza nos países dos BRICS.</div>
<div></div>
<div>A OIT e a ISSA, apresentaram relatórios reconhecendo o avanço dos países dos BRICS na implementação de medidas para a prevenção na saúde e segurança do trabalho e no combate à pobreza nos países do Bloco.</div>
<div></div>
<div>Os relatórios também apontaram a necessidade dos Governos implementar maior Diálogo social, tripartismo, negociação coletiva e apoio econômico permanente a população mais vulneráveis em cada país.</div>
</section>
<div>Fonte: fsindical</div>
<div></div>
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		<title>Servidores reagem à manutenção do veto que congela salários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 18:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[  O sindicalismo sofreu uma derrota na noite da quinta (20). A Câmara dos Deputados manteve o veto do presidente Jair Bolsonaro, que impede, até 31<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<legend> </legend>
</fieldset>
<div class="pg-noticias-view"><center></center>O sindicalismo sofreu uma derrota na noite da quinta (20). A Câmara dos Deputados manteve o veto do presidente Jair Bolsonaro, que impede, até 31 de dezembro de 2021, aumentos salariais e a progressão funcional para categorias de funcionários públicos que atuam na linha de frente no combate ao coronavírus.</p>
<p>O congelamento de salários e benefícios vale para servidores de estados e municípios. Foram 316 votos a favor da manutenção do veto e 165 contra. A decisão reverteu a votação no Senado, que no dia anterior tinha derrubado o arrocho salarial destes segmentos do setor público.</p>
<p><img decoding="async" id="MainContent_imgNoticia" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/01_maia_servidores.jpg" /></p>
<p>O veto consta em projeto que prevê ajuda financeira de R$ 60 bilhões a estados e municípios, como forma de recompor a perda de arrecadação devido à pandemia do novo coronavírus.<br />
Ao sancionar o texto, Bolsonaro vetou trecho que permitia aumentos de remuneração a algumas categorias, como saúde e segurança. Sendo assim, salários ficam congelados até 2021.</p>
<p>A suspensão de reajustes do funcionalismo foi exigida pelo governo em troca do socorro financeiro aos entes federados em razão da pandemia do novo coronavírus.</p>
<p><strong>Sindicalismo </strong>&#8211; Entidades sindicais representantes dos Servidores repudiam a decisão. Antonio Carlos Fernandes Lima Junior, presidente da Conacate (Confederação Nacional das Carreiras e Atividades Típicas de Estado), afirma: &#8220;Com a medida, o governo engessa a ação de governadores e prefeitos e, mais uma vez, os Servidores que estão na linha de frente no combate a pandemia são prejudicados”.</p>
<p><strong>Mobilização</strong> &#8211; Dia 3 de setembro, entidades promovem a jornada em defesa dos serviços e dos servidores públicos. Segundo Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), o objetivo é alertar a população para a relevância do setor e seus trabalhadores.</p>
<p>“Com o argumento de uma suposta economia do Estado em tempos de pandemia, o governo quer encerrar serviços públicos para dar espaço para a iniciativa privada”, diz o sindicalista. Ele completa: “É um ataque inconstitucional, mas que atropelará a população se ela não se mobilizar para proteger o que é seu por direito&#8221;.</p>
<p>Fonte:  <span id="MainContent_lblFonte">Agência Sindical</span></p>
<p>Charge  disponível na internet</p>
</div>
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		<title>Pesquisa mostra que trabalhador quer novos benefícios e manter emprego na pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 10:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[  Os sindicatos dos trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias que estão no período de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) estão adequando suas pautas<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<fieldset>
<legend> </legend>
</fieldset>
<div class="pg-noticias-view"><center></center>Os sindicatos dos trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias que estão no período de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) estão adequando suas pautas de reivindicações às novas relações de trabalho, a partir dos efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).</p>
<p>Essa mudança no perfil das reivindicações foi detectada por uma pesquisa com 620 profissionais do país, da consultoria de Recursos Humanos Robert Half, publicada no jornal Valor Econômico. Segundo a pesquisa, 86% dos entrevistados querem que as empresas incorporem novos benefícios mais adequados às necessidades dos trabalhadores na pandemia como auxílios psicológico, home office para compra de mobiliário e pagamento de custos, além de aportes na previdência privada.</p>
<p>Duas importantes categorias de sindicatos filiados à CUT, petroleiros e metalúrgicos, lideradas pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo (FEM-CUT), que estão em período de negociações dos ACTs, incluíram em suas pautas de reivindicações outros benefícios que antes não eram cogitados, após terem sido afetadas pela pandemia da Covid-19.</p>
<p>Para dar suporte às novas reivindicações, a FUP elaborou uma pesquisa e a FEM se baseou nas denúncias que recebeu, e no que seus dirigentes ouviram em suas bases. Tanto metalúrgicos como petroleiros reivindicam novos benefícios e melhores condições para o trabalho em casa, seja um auxílio financeiro para pagar as despesas extras como contas de energia e internet, seja na aquisição de equipamentos.</p>
<p><img decoding="async" id="MainContent_imgNoticia" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/systemuploadsnewsa5ac4dd5e7c088ea2ab_700x460xfit_9c66f.jpg" /></p>
<p>Outra reivindicação dos trabalhadores é o fim do “abuso” da importunação feita por chefias por meio de aplicativos de celulares em horários fora do trabalho que não tem sido contabilizado como horas extras por muitas empresas.</p>
<p>Segundo o presidente da FEM-CUT, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, uma das preocupações na campanha salarial é em relação à jornada. Há um abuso, um desrespeito das empresas que acham que o trabalhador tem de ficar 24 horas disponível. É o uso indevido das novas relações de trabalho que estão se consolidando agora.</p>
<p>“Precisamos regulamentar se atender o celular num sábado às três da tarde ou no domingo às oito da manhã e participar de uma reunião às oito da noite será considerado hora extra. Queremos evitar abusos das empresas porque todos estão dizendo que estão trabalhando mais em casa do que se estivessem dentro da empresa”, diz Luizão.</p>
<p>Também há empresas se aproveitando do trabalho em casa para negar o auxílio alimentação e o vale transporte. No entendimento da FEM-CUT é preciso manter esses auxílios para os cerca de 160 mil trabalhadores que estão no período de negociações dos novos acordos.</p>
<p>“Primeiro, porque as pessoas passaram a gastar mais com a compra de comida, mesmo que seja para fazer em casa. Também com o vale é possível pedir entregas de alimentação, o que deixa o trabalhador com o tempo livre para o descanso a que tem direito, em vez de se ocupar na cozinha. Segundo, porque o valor do vale transporte já foi incorporado à remuneração do trabalhador que podia pegar uma carona ou ir a pé até a empresa”, afirma Luizão.</p>
<p>A cobertura dos custos com internet e energia elétrica é mais uma das novas reivindicações. De acordo com o dirigente da FEM-CUT, os trabalhadores estão sendo cobrados para terem uma comunicação melhor, mas isto gera gastos que as empresas não querem arcar.</p>
<p>No caso do custeio de internet e energia, os petroleiros já colocaram em sua pauta de reivindicações um auxílio financeiro de R$ 250,00 por semana.</p>
<p><strong>Saúde mental entra na pauta de reivindicações</strong></p>
<p>A pesquisa da consultoria de RH mostra também que o auxílio psicológico durante a pandemia tem sido importante para 14% dos pesquisados. Segundo Bacelar, o plano de saúde da Petrobras já cobre esta necessidade. Mas, os metalúrgicos passaram a considerar ainda mais importante este item na quarentena.</p>
<p>“O pessoal administrativo sofre mais pressão por resultados do que os trabalhadores do chão de fábrica que estão na linha de montagem e sabem como aquilo funciona. Quem trabalha no escritório é que vem adoecendo psicologicamente, e em home office, por falta de horário determinado de trabalho esse problema tem se agravado”, afirma o presidente da FEM-CUT, entidade que agrega 188 mil metalúrgicos espalhados em 14 sindicatos em 56 cidades do estado de São Paulo.</p>
<p>Outras questões relacionadas à saúde no teletrabalho, de acordo com a FUP, é como serão feitos os diagnósticos de doença ocupacional como a LER por esforços repetitivos, seja utilizando o notebook ou mesmo o celular.</p>
<p>“É importante entender como será a definição de acidente de trabalho, como fica o diagnóstico de um acidente em casa, como o trabalhador será atendido. Também queremos que o trabalhador possa decidir se ele quer se manter em home office ou não . São questões novas que estamos colocando na pauta de reivindicações, mas que até agora a Petrobras não se posicionou ”, diz o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar.</p>
<p>Para a FEM-CUT, as questões ergonómicas também são importantes porque nem todos os trabalhadores têm uma mesa e uma cadeira adequadas ao trabalho diário de oito horas ou mais.</p>
<p>“O trabalhador pode ter problema na coluna e também ter algum problema na vista se não tiver uma iluminação adequada. Por isso precisamos discutir também os cuidados com a saúde e segurança do trabalhador”, diz Luizão.</p>
<p><strong>Estabilidade no emprego, a reivindicação da FEM-CUT</strong></p>
<p>Além de todas as mudanças nas relações de trabalho causadas pela pandemia com excesso de jornada, cobranças indevidas, falta de equipamentos adequados e maior custo nas contas de energia e internet, os metalúrgicos sofrem com a insegurança de perderem seus empregos.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Estabilidade sempre esteve em nossa pauta. A pandemia reforçou essa bandeira de luta. O trabalhador já vive assombrado pelo presidente da República que temos [Jair Bolsonaro], com a pandemia e agora tem o fantasma do desemprego assombrando todo dia. Mas, o empresariado paulista não quer nem ouvir falar em estabilidade. É como se estivesse ouvindo um palavrão- Luiz Carlos da Silva Dias</p></blockquote>
<p>Segundo o presidente da FEM-CUT, nunca foi dada tanta atenção à estabilidade como neste ano. E por isso o lema da categoria é “Juntos pela Vida, por Empregos e Renda”, exatamente nesta ordem.</p>
<p>“Infelizmente o empresariado brasileiro, sobretudo o paulista, precisa deixar a mentalidade arcaica, e diante da pandemia ajudar a tranquilizar o povo brasileiro e não causar mais pânico. Eles ainda são escravocratas, acham que podem trocar trabalhador como bem querem”, conclui Luizão.</p>
<p><strong>Pesquisa FUP para a pauta de reivindicações</strong></p>
<p>Para fazer novas reivindicações, os petroleiros fizeram uma pesquisa piloto com os trabalhadores e trabalhadoras da base do Rio Grande do Norte. Uma nova pesquisa nos mesmos moldes está sendo feita desde a última segunda-feira (17) em todo o país. O resultado deverá sair nos próximos dias.</p>
<p>O pesquisador da subseção do Dieese do Sindicato Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro/NF) Iderley Colombini, diz que a pesquisa em âmbito nacional pretende além de traçar um perfil dos trabalhadores, ter uma avaliação a respeito do trabalho home office e com isso, ter uma percepção de quais dificuldades a categoria vem enfrentando, bem como entender os custos que seriam da empresa que agora foram transferidos aos seus funcionários.</p>
<p>“As empresas têm anunciado aumentos de produtividade, mas não repassam esses lucros aos trabalhadores. Não houve aumento de salários. Além disso, em casa a jornada de trabalho ficou mais flexível. Num escritório há pausa para o almoço, mas hoje você almoça respondendo mensagens da chefia, e também acaba trabalhando naquelas horas que perderia no transporte para chegar ao trabalho”, diz o pesquisador do Dieese.</p>
<p>Segundo Colombini, a pesquisa, embora responda quem quiser, tem o papel de mensurar e ajudar o processo de reivindicações junto à empresa.</p>
<p>“Com a pesquisa também queremos definir as relações de trabalho pós-pandemia que as empresas pretendem implantar , mas no momento não querem negociar. Não é possível que haja aumento de produtividade e os lucros fiquem não sejam divididos com os trabalhadores ”, afirma o técnico do Dieese.</p>
<p>Os petroleiros também reivindicam que eles possam decidir se continuarão em teletrabalho após a pandemia, já que a Petrobras sinalizou que manterá parte deles neste tipo de regime.</p>
<p>A direção da estatal, no entanto, segundo Deyvid Bacelar, tem colocado dificuldades na discussão sobre o teletrabalho, dizendo que por conta das duvidas e incertezas causadas pela pandemia não vai “amarrar” esses itens num acordo coletivo de trabalho.</p>
<p><strong>Maioria dos trabalhadores quer incorporação de novos benefícios</strong></p>
<p>A pesquisa realizada pela consultoria Robert Half revelou que 86% (533) dos 620 entrevistados concordam que seria interessante que alguns benefícios mudassem daqui para frente. Mas, apenas 40% (248) disseram que as empresas deram algum auxílio novo no início da pandemia.</p>
<p>Os novos benefícios mais desejados são aportes na previdência privada e  auxílio home office (para internet e mobiliário). Este último item só foi recebido por 8% (46) do universo pesquisado. Antes da pandemia este número era ainda mais reduzido (1%) ou 62 pessoas recebiam algum auxílio financeiro  para a aquisição de equipamentos para trabalhar em casa.</p>
<p>O benefício preferido entre os que receberam algum auxílio novo foi o psicológico com 14% da preferência, que correspondem a 35 pessoas.</p>
<p>Já dos benefícios atuais, o auxílio médico é o mais importante para 73% (452) dos entrevistados. No entanto, nem todos recebem. O auxílio médico é disponibilizado por 85% dos empregadores.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que benefícios como estacionamento, celulares e vale transporte agora ficam em segundo plano na lista de desejos dos trabalhadores.</p>
<p>Fonte:  <span id="MainContent_lblFonte">Rosely Rocha &#8211; CUT</span> /mundosindical
</div>
<div>Imagem destacada: sindilegis</div>
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		<title>Vendedores ambulantes seguem em situação difícil, mesmo após reabertura do comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 07:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[  A reabertura de comércio e serviços pelas prefeituras não tem melhorado em nada a situação dos trabalhadores ambulantes das cidades do país. “Mesmo com as pessoas voltando<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<fieldset>
<legend> </legend>
</fieldset>
<div class="pg-noticias-view"><center></center>A <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/2020/07/reabertura-de-doria-um-mes-aumento-casos-mortes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reabertura de comércio e serviços</a> pelas prefeituras não tem melhorado em nada a situação dos trabalhadores ambulantes das cidades do país. “Mesmo com as pessoas voltando a trabalhar, está muito difícil para o ambulante. As pessoas estão indo trabalhar, levam suas mercadorias na expectativa de que vão trazer dinheiro para casa, mas não conseguem”, relata a vendedora Margarida Ramos, integrante do Fórum dos Ambulantes de São Paulo. Ela foi uma das participantes do debate promovido nesta quinta-feira (23) pela <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2020/07/movimentos-fora-bolsonaro-sexta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Central dos Movimentos Populares (CMP)</a> sobre a situação da categoria.</p>
<p>Margarida afirmou ainda que, mesmo em pontos mais movimentados da capital paulista, como o bairro do Brás, os trabalhadores ambulantes chegam a passar o dia todo, ou a noite toda, em seus pontos de venda sem nenhum faturamento. “Tem muitos que tinham trabalho e casa, mas sem poder pagar aluguel, acabaram indo morar na rua”.</p>
<h2>Luta por direitos</h2>
<p>Integrante da União Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Camelôs, Feirantes e Ambulantes do Brasil (Unicab), Maira Vannuchi afirmou que a situação não chega a surpreender. “Quando começou a pandemia, já se sabia que a coisa ia ficar feia pros ambulantes. Eles já enfrentam a criminalização e têm dificuldades para serem reconhecidos como categoria profissional. São trabalhadores sem direito”.</p>
<p>Maira lembrou que eles tiveram de lutar para que prefeituras fornecessem cestas básicas, depois pelo auxílio emergencial e também pela isenção, nesse período de pandemia, da cobrança das contas de luz e de água.</p>
<p>“Com a quarentena, eles tiveram as licenças para trabalhar canceladas e ainda não foram reeditadas. Mas precisaram voltar para as ruas; não dá para ficar em casa passando fome”, disse.</p>
<p>De acordo com ela, além da violência do Estado contra esses trabalhadores, que são criminalizados, perseguidos, reprimidos e ainda têm negado o direito de trabalhar, há ainda a “lógica do empreendedorismo”. A negação de que são trabalhadores e não pequenos negociantes, conforme a narrativa liberal, os torna ainda mais vulneráveis e expostos a situações precárias.</p>
</div>
<p><img decoding="async" id="MainContent_imgNoticia" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/systemuploadsnews9a19c17a05994a12bea_700x460xfit_3a63f.jpg" /></p>
<div class="pg-noticias-view">
<h2>Trabalhadores dignos</h2>
<p>“Só há um jeito: que esses trabalhadores se vejam como parte de um corpo, que vai lutar coletivamente por direitos, sentar à mesa com gestores. A gente não pode admitir que na cidade de São Paulo trabalhadores dignos como eles apanhem na cara e tenham sua mercadoria roubada pela polícia. Isso tem de acabar”, disse Maira, que é mestranda em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>Com pesquisas na área de trabalho, informalidade, mercados populares e transformações urbanas, a doutoranda em sociologia pela USP, Ana Lídia de Oliveira Aguiar alertou que as dificuldades enfrentadas por esses trabalhadores resultam de uma política repressora e <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2017/02/politica-higienista-de-doria-faz-populacao-de-rua-se-sentir-como-refugiados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">higienista</a>.</p>
<p>“Os ambulantes têm de enfrentar essa guerra urbana promovida pelo Estado e as consequências do desmonte do Estado, que promove uma verdadeira guerra urbana. Trabalhadores informais têm uma série de barreiras para receber um auxílio emergencial que, além de insuficiente, foi criado para dificultar o acesso.</p>
<p>Para ela, o Estado que subnotifica número de casos (de covid-19) é o mesmo que subnotifica o número de trabalhadores informais que não tiveram acesso ao auxílio emergencial e acabam invisibilizados. “Não dá auxílio, criminaliza, persegue e nega direitos, e ainda nega a violência policial que esconde. Todo dia a gente recebe vídeo de ambulante da (rua) 25 de Março (centro paulistano) desesperado, revoltado pela truculência da ação da polícia e da fiscalização”.</p>
<p>Na falta da garantia de direitos, resta a esses trabalhadores contar com a <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2020/07/aplicativo-apoio-familias-perifericas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">solidariedade</a>, que nem sempre é suficiente. “Percorro prédios pedindo doação de alimentos para os ambulantes, vendedores de água, de pipoca. Foi difícil no começo da pandemia e agora também está sendo. Nesta terça (21) doei 170 cestas básicas, mas não pude atender todo mundo. Isso cortou o coração”, disse Margarida.</p>
<p>Fonte:  <span id="MainContent_lblFonte">Rede Brasil Atual</span></div>
<div>Imagem destacada: https://www.cuiaba.mt.gov.br/upload/imagens/20130321181110,jpg</div>
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		<title>Parcelas do Seguro-desemprego podem ser prorrogadas por mais tempo</title>
		<link>https://sindquimsuzano.org.br/parcelas-do-seguro-desemprego-podem-ser-prorrogadas-por-mais-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 11:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O sindicato dos comerciários de São Paulo promoveu mutirão do emprego em São Paulo O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador analisa a possibilidade<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="single-title"></h1>
<article class="single-content-text">
<div id="attachment_36208" class="wp-caption alignnone">
<p id="caption-attachment-36208" class="wp-caption-text">O sindicato dos comerciários de São Paulo promoveu mutirão do emprego em São Paulo</p>
</div>
<p>O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador analisa a possibilidade de estender o pagamento do seguro-desemprego para mais duas parcelas para quem for demitido sem justa causa durante o período da crise causada pela pandemia do coronavírus.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-36208 aligncenter" src="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-1024x683.jpg" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-1024x683.jpg 1024w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-300x200.jpg 300w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-768x512.jpg 768w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego.jpg 1140w" alt="" width="626" height="417" aria-describedby="caption-attachment-36208" /></p>
<p>Se aprovada, a medida atenderá cerca de 6 milhões de pessoas e terá um impacto de R$ 16,1 bilhões nas contas públicas.</p>
<p>O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas do seguro-desemprego, dependendo do tempo de trabalho e de quantas vezes o pedido foi feito. Caso a medida seja aprovada, quem for demitido sem justa causa terá de cinco a sete parcelas do benefício.</p>
<p>A medida valeria para quem for demitido sem justa causa ou que esteja recebendo o seguro-desemprego.</p>
<p>Segundo representantes dos trabalhadores, o custo seria de mais R$ 16,1 bilhões neste ano.</p>
<div id="attachment_11621" class="wp-caption alignleft">
<p><img decoding="async" class="wp-image-11621 size-full" title="Sergio Luiz Leite, representante da Força Sindical no CODEFAT/Foto: Arquivo Força" src="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho.jpg" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" srcset="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho.jpg 585w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho-300x229.jpg 300w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho-100x75.jpg 100w" alt="Serginho" width="585" height="446" aria-describedby="caption-attachment-11621" /></p>
<p id="caption-attachment-11621" class="wp-caption-text">Sergio Luiz Leite, representante da Força Sindical no CODEFAT/Foto: Arquivo Força</p>
</div>
<p>“Quem ficar desempregado agora encontrará um mercado de trabalho ainda longe do que pode ser considerado normal. Não tenho dúvida de que será mais difícil conseguir uma vaga.”, disse o representante da Força Sindical no Codefat, Sérgio Luiz Leite.</p>
<p>A medida ainda será votada em reunião do Codefat. Sendo aprovada, os trabalhadores dispensados entre 20 de março e 31 de dezembro deste ano já terão direito à ampliação do benefício.</p>
<p>Os responsáveis pela proposta são os conselheiros que representam os trabalhadores no Codefat. A medida se baseia na emenda constitucional 106 de 2020, que criou o orçamento de guerra.</p>
<p>“O orçamento de guerra deixa claro que não precisam ser observados limites de criação e expansão de despesas, desde que a medida tenha os efeitos limitados ao período de calamidade”, afirmou o conselheiro.</p>
<p>Fonte: radiopeaobrasil<br />
Imagem destacada: contabeis.com.br</p>
</article>
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		<title>Governo edita decreto que amplia prazo para suspensão de contratos de trabalho e redução da jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 12:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Redução em até 70% da jornada de trabalho e de salários passa a valer por 4 meses em vez de 3; suspensão de contratos que valia<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Redução em até 70% da jornada de trabalho e de salários passa a valer por 4 meses em vez de 3; suspensão de contratos que valia por 2 meses também é ampliada para 4.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo federal editou decreto que amplia o prazo do programa que permite a redução de jornada e de salário e a suspensão de contratos de trabalho, <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/01/veja-detalhes-da-mp-que-autoriza-reducao-de-jornada-e-salario-em-ate-tres-meses.ghtml">medidas que foram anunciadas em meio à pandemia do novo coronavírus</a> como forma de evitar uma perda maior de empregos.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O decreto foi publicado no &#8220;Diário Oficial da União&#8221; desta terça-feira (14), com assinatura do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A medida provisória inicial, que foi <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/07/06/bolsonaro-anuncia-sancao-da-mp-que-permite-reduzir-jornada-e-salario-durante-pandemia.ghtml">sancionada no último dia 6 e transformada em lei</a>, previa a suspensão dos contratos de trabalho por até dois meses e a redução da jornada e de salários em até 70% por até três meses.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com o decreto publicado nesta terça, fica permitida a redução da jornada e do salário por mais 30 dias, completando quatro meses (120 dias) desde que a medida foi anunciada. Para a suspensão dos contratos, o prazo foi ampliado em 60 dias, e também passa a completar quatro meses (120 dias).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A suspensão do contrato de trabalho poderá ser efetuada de forma fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que esses períodos sejam iguais ou superiores a 10 dias e que não seja excedido o prazo de 120 dias.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Economia_3__container__">O empregado com contrato de trabalho intermitente terá direito ao valor de R$ 600 também pelo período adicional de um mês, contado da data de encerramento do período de três meses.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda prevê que o trabalhador permanecerá empregado durante o tempo de vigência dos acordos e pelo mesmo período depois que o acordo acabar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o Ministério da Economia, mais de 12 milhões de contratos já foram assinados desde a implantação do benefício emergencial para preservação do emprego. Veja abaixo:</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3715 aligncenter" src="https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-300x161.jpg" alt="" width="757" height="406" srcset="https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-300x161.jpg 300w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-768x411.jpg 768w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-260x139.jpg 260w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-50x27.jpg 50w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-140x75.jpg 140w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1.jpg 1008w" sizes="(max-width: 757px) 100vw, 757px" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">              Balanço do Ministério da Economia sobre o programa de preservação de emprego — Foto: Reprodução</h6>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>FONTE: g1.globo.com</strong></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">Fonte imagem destacada: contabeis.com.br</h6>
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		<title>Brasileiros atrasam pagamento de contas em meio à crise do coronavírus</title>
		<link>https://sindquimsuzano.org.br/brasileiros-atrasam-pagamento-de-contas-em-meio-a-crise-do-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo feito pelo Instituto Locomotiva aponta que, em abril, mais de 91 milhões de brasileiros deixaram de pagar ao menos uma conta. Número representa 58% da<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header></header>
<div class="texto">
<div></div>
<div></div>
<div>
<div>Estudo feito pelo Instituto Locomotiva aponta que, em abril, mais de 91 milhões de brasileiros deixaram de pagar ao menos uma conta. Número representa 58% da população.</div>
<div></div>
<div>Antes da pandemia do coronavírus, os inadimplentes somavam 59 milhões. O salto foi de 54% entre os que passaram a acumular dívidas. Em média, são quatro contas em atraso para cada uma dessas pessoas.</div>
<div></div>
<div>No topo da lista pesquisada estão os carnês de lojas (46% dos entrevistados atrasaram essa conta), seguido do cheque especial, cartão de crédito (ambos 37%), empréstimos, boletos e alugueis (36% cada).</div>
<div></div>
<div>De acordo com o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, a pandemia do coronavírus chegou ao Brasil durante uma longa crise econômica e encontrou uma população sem poupança e cada vez menos amparada pelos aparatos de proteção social.</div>
</div>
</div>
<div><img decoding="async" src="https://www.eventspromoter.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Inadimplencia-Divida-Preocupacao-Events-Promoter-870x550.jpg" alt="Arquivos MMI - Events Promoter" /></div>
<div class="texto">
<div>
<div><b>Previsão &#8211; </b>A entidade fez, ainda, uma pesquisa de previsão sobre quais contas os brasileiros poderão deixar de pagar no próximo mês. Os números são alarmantes.</div>
<div></div>
<div>Dentre os serviços essenciais que devem integrar a inadimplência da população, 33% vão atrasar a conta de luz, 30% a de telefone e/ou internet, 27% o aluguel, 25% condomínio e água, 17% a conta de gás e os planos de saúde.</div>
<div></div>
<h6>Fonte: CUT</h6>
<h6>Foto destacada: Flavio Oliveira / nominuto.com</h6>
</div>
</div>
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		<title>Governo tira R$ 14 bilhões da economia ao frear valorização do salário mínimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2020 01:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Além do impacto para o trabalhador, não valorização do salário mínimo, perda de massa salarial reduz potencial de crescimento econômico, destaca Dieese São Paulo – A<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Além do impacto para o trabalhador, não valorização do salário mínimo, perda de massa salarial reduz potencial de crescimento econômico, destaca Dieese<br />
São Paulo – A notícia de que o governo de Jair Bolsonaro estuda adequar o reajuste do piso nacional à inflação do ano passado, a eventual medida estará longe de contemplar política de valorização do salário mínimo. O diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, explica em seu comentário na Rádio Brasil Atual.</p>
<p>O reajuste para R$ 1.039 a partir deste ano considera uma inflação abaixo da verificada em 2019, quando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE fechou em 4,48%. Mesmo que adote algum mecanismo de consertar esse reajuste para o percentual consolidado, o governo ainda tira do bolso do trabalhador cerca de R$ 300 por ano ao interromper a política de valorização do salário mínimo que previa também aumentos reais (acima da inflação).</p>
<p>Se fosse seguida a lei que regulava os aumentos do mínimo, iniciada na década passada e renovada em 2015 ainda durante o governo Dilma, o aumento real para 2020 seria em torno de 1,3% (equivalente à variação do PIB de 2018). “E vez de termos um salário mínimo de R$ 1.039, deveríamos ter um salário mínimo entre R$ 1.061 e R$ 1.062”, explica Clemente.</p>
<p>De acordo com o Dieese, pelo menos 48 milhões de trabalhadores têm a remuneração referenciada no salário mínimo. Com a descontinuação do aumento real, a perda da massa salarial chegar a R$ 14 bilhões por ano. E os impactos serão negativos tanto para os trabalhadores, em seu poder de compra, como para a própria economia, que perde em dinamismo, ressalta o diretor técnico.</p>
<p>“O governo está tirando da economia quase metade daquilo que se propôs a colocar com a liberação do fundo de garantia”, compara Clemente. E reduzindo a possibilidade de o salário mínimo seguir avançando para atingir aquilo que a Constituição define, destaca o diretor do Dieese.</p>
<p>Na prática, o governo Bolsonaro abre mão de um instrumento poderoso para possibilitar a recuperação da economia, como apontam os últimos dados do crescimento industrial, indicando uma demanda reprimida, salários baixos, mercado de trabalho precarizado e nível de desemprego ainda alto, que impede o consumo das pessoas.</p>
<p>“O crescimento do salário mínimo contribuiria positivamente para melhorar as condições de vida das pessoas, porque um salário mínimo com maior poder de compra significa maior capacidade do trabalhador e da trabalhadora financiar seu orçamento, e a economia também ganha. Ganham as empresas, porque vendem mais, ganha o governo, porque a economia girando mais, gera mais tributos e a arrecadação cresce. Ou seja, todos ganham”, afirma o diretor técnico.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual<br />
Foto destacada: Alan Santos/PR &#8211; www.conversaafiada.com.br</p>
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		<title>Montadora chinesa estuda comprar fábrica da Ford de São Bernardo do Campo</title>
		<link>https://sindquimsuzano.org.br/montadora-chinesa-estuda-comprar-fabrica-da-ford-de-sao-bernardo-do-campo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 13:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[  A fabricante de carros elétricos começa a tomar a cena depois de as negociações com a empresa Caoa esfriarem   A montadora chinesa BYD, especializada<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div><i> </i></div>
<div><img decoding="async" src="https://farm66.staticflickr.com/65535/49213302302_f034d6326c_z.jpg" alt="AtÃ© o momento, a empresa produz, em pequena escala, chassis para Ã´nibus elÃ©tricos e painÃ©is solares - CrÃ©ditos: Gilson Abre Fiep/Arquino ANPr" /></div>
<div><i>A fabricante de carros elétricos começa a tomar a cena depois de as negociações com a empresa Caoa esfriarem</i></div>
<div><i> </i></div>
<div>
<div>A montadora chinesa BYD, especializada em veículos elétricos, está interessada em comprar a histórica fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo. A empresa estadunidense anunciou o encerramento das atividades em fevereiro deste ano e fechou a planta no dia 30 de outubro. Segundo apuração da Folha de S. Paulo, as conversas entre as duas multinacionais ainda estão em estágio inicial.</div>
<div></div>
<div>A BYD, que já tem uma planta instalada desde 2017 em Campinas, interior de São Paulo, quer investir na produção de caminhões movidos a eletricidade, na América do Sul. Até o momento, a empresa produz, em pequena escala, chassis para ônibus elétricos e painéis solares.</div>
<div></div>
<div>A Ford funcionou no local durante 52 anos. Cerca de 600 trabalhadores que atuavam na montagem foram dispensados com o encerramento das atividades.</div>
<div></div>
<div>Em setembro, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou o interesse da Caoa pela planta de São Bernardo. O fundador Carlos Alberto de Oliveira Andrade confirmou a informação e afirmou que a fábrica deveria ser utilizada para a fabricação de caminhões. As negociações, no entanto, esfriaram após a Caoa anunciar que as chances de compra são remotas.</div>
<div></div>
<div>O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que não vai comentar o caso até obter informações concretas.</div>
<div></div>
<div><b>Build Your Dreams &#8211; </b>Existente desde 2003, a BYD é subsidiária da BYD Company, que foi fundada em 1995. A empresa também produz bicicletas elétricas, empilhadeiras e baterias recarregáveis. Desde 2010, a BYD vem crescendo no mercado de automóveis, chegando a vender anualmente cerca de 400 mil veículos pelo mundo todo. O time de profissionais que atuam na empresa é formado por ex-funcionários da Audi, Ferrari e Mercedes-Benz.</div>
</div>
<div>Fonte: agenciasindical</div>
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		<title>Negras, jovens e pessoas com pouco estudo são a cara do desalento no país</title>
		<link>https://sindquimsuzano.org.br/negras-jovens-e-pessoas-com-pouco-estudo-sao-a-cara-do-desalento-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2019 13:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa mostra que mulheres e quem não tem ensino médio completo têm maior probabilidade de desistir de procurar emprego Mulher jovem, preta ou parda e com<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Pesquisa mostra que mulheres e quem não tem ensino médio completo têm maior probabilidade de desistir de procurar emprego</em></strong></p>
<p>Mulher jovem, preta ou parda e com baixa escolaridade. Esse é o perfil dos desalentados no Brasil, parcela da população que mais do que triplicou em cinco anos e chegou a quase 5 milhões de pessoas, quase 5% da população economicamente ativa.</p>
<p>Os dados fazem parte do estudo “Quem são os desalentados do Brasil?”, dos pesquisadores Paulo Peruchetti e Laísa Rachter, do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV, com base nos números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).</p>
<p>São considerados desalentados pessoas que desistiram de procurar emprego porque não têm esperanças de que irão encontrar, apesar de estarem disponíveis e com vontade de trabalhar.</p>
<p>Além de analisar os grupos mais atingidos pelo fenômeno, os pesquisadores estimaram qual a probabilidade de esses fatores socioeconômicos levarem o indivíduo à condição de desalentado, independentemente do nível de renda e dos choques nos mercados de trabalho macroeconômicos e regionais.</p>
<p>O modelo indica que mulheres têm probabilidade 2,1 pontos percentuais maior de se declararem desalentadas que os homens.</p>
<p>Indivíduos que completaram pelo menos o ensino médio, por outro lado, têm probabilidade 3 pontos percentuais menor de serem desalentados que indivíduos sem ensino médio completo.</p>
<p>“Esse é um efeito considerável levando em conta que a probabilidade de desalento é de cerca de 4,2% no período mais recente”, dizem os pesquisadores.</p>
<p>A principal razão declarada pelos que desistiram de procurar emprego foi não haver trabalho na localidade onde moram: 63% afirmaram que desistiram de procurar emprego por essa razão.</p>
<p>Outros 20% não encontraram trabalho adequado, 10% apontaram a idade como motivo e 8% citaram a falta de qualificação ou experiência.</p>
<p>Marina Bezerra Fernandes, 25, que começou a trabalhar aos 15 anos, hoje não estuda, não trabalha e não está procurando emprego.</p>
<p>Desistiu porque não conseguiu encontrar um salário adequado a sua necessidade. Ela mora com o pai, hoje aposentado, e a avó, de 96, que tem Alzheimer.</p>
<p>A única renda da casa, atualmente, é a aposentadoria do pai, de R$ 2.500.</p>
<p>“Precisaria de um emprego que me desse estabilidade, que não me desgastasse tanto e no qual eu ganhasse mais, porque não posso deixar de lado a minha avó. Mesmo meu pai tendo se aposentado neste ano, ele ainda faz alguns bicos e alguém precisa ficar com ela durante o dia. Assim, não compensa eu ter um trabalho que paga pouco, porque teríamos que pagar alguém para cuidar da minha avó durante o dia. E, por enquanto, não temos como pagar”, afirma Fernandes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="http://www.fsindical.org.br/midias/585x446/33772-2974c8cfe371da55af5dbe5193f0e3b6673800e664ee63cea58dd36450f8a78c.jpg" alt="mercado de trabalho - negro - negra" width="506" height="386" /></p>
<p>O estudo do Ibre mostra que, regionalmente, destacaram-se os aumentos da participação, no total de desalentados, de moradores do Maranhão (de 8,9% para 12,1%) e de São Paulo (de 5,7% para 9,6%).</p>
<p>A participação da Bahia registrou a maior queda (de 19,2% para 15,7%), mas é ainda a maior do país.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período de 2019, houve aumento na fatia de homens (de 40% para 45% do total), pretos (de 7,6% para 11,2%) e pessoas com ensino médio completo (de 21,4% para 25%) ou superior incompleto ou completo (de 2,6% para 6,7%) no total de desalentados.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam, no entanto, que homens e pessoas com nível mais alto de instrução continuam sendo minoria entre desalentados.</p>
<p>Houve pouca mudança em relação à idade. Os grupos de 14 a 33 anos concentraram, no segundo trimestre de 2019, 51% dos desalentados. Eram 53% cinco anos antes.</p>
<p>A pesquisadora Laísa Rachter, uma das autoras do estudo, afirma que a persistência do desalento e do desemprego e níveis elevados afeta o nível de produtividade do país e dificulta a volta dessas pessoas ao mercado de trabalho.</p>
<p>“Quando as pessoas ficam muito tempo fora do mercado de trabalho, isso vai depreciando sua eficiência, sua produtividade, seu capital humano. Isso gera uma certa cicatriz e vai se refletir na economia como um todo”, afirma a pesquisadora.</p>
<p>“Tudo isso gera uma histerese [efeito duradouro ou permanente criado por longas crises] do mercado de trabalho”, diz Rachter.</p>
<p>A piora do desalento e de outros indicadores no mercado de trabalho é fruto da recessão de 11 trimestres verificada do 2º trimestre de 2014 ao 4º trimestre de 2016 e do fraco crescimento econômico registrado desde então.</p>
<p>A previsão é que o PIB (Produto Interno Bruto) cresça neste ano ao redor de 0,80%, menos que os 1,1% registrados em 2017 e 2018. Para 2020, as estimativas apontam mais um ano de alta inferior a 2%.</p>
<p>Enquanto isso, a taxa de desemprego medida pelo IBGE começa a cair e fechou em 11,8% no trimestre encerrado em julho, com 12,6 milhões de brasileiros desocupados.</p>
<p>Ainda segundo o instituto, o recuo pode ser explicado pelo recorde de criação de vagas informais de trabalho.</p>
<p>Enquanto isso, foram gerados 461 mil empregos com carteira assinada no acumulado de janeiro a julho deste ano, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do ministério da Economia.</p>
<p>Os números são corroborados por um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado na última quarta-feira (18).</p>
<p>A pesquisa mostrou que a queda no desemprego está concentrada em vagas com remuneração de até dois salários mínimos e em trabalhadores informais ou que atuam por conta própria.</p>
<p>Fonte: fsindical<br />
Fonte charge: esmaelmorais</p>
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