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	<title>Emprego &#8211; Sindicato dos Químicos Suzano</title>
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	<description>Sindicato oficial do Alto Tietê</description>
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		<title>Taxa de desemprego sobe para 12,3 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 23:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Em julho, a taxa de desocupação subiu de 12,4% para 13,1%, atingindo 12,3 milhões de pessoas, conforme mostra PNAD COVID19 mensal, divulgada hoje (20) pelo<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
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<section id="post-content" class="post-content"><em class="post-excerpt">Em julho, a taxa de desocupação subiu de 12,4% para 13,1%, atingindo 12,3 milhões de pessoas, conforme mostra PNAD COVID19 mensal, divulgada hoje (20) pelo IBGE. Mais 438mil pessoas ficaram sem emprego, na comparação com junho. Com isso, a população ocupada foi reduzida para 81,5 milhões de trabalhadores.</em></p>
<table class="post-image-wrapper pull-right">
<tbody>
<tr>
<td>
<figure class="post-image-figure">
<div class="post-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="ck-img" src="https://fsindical.org.br/midias/585x290/23521-desemprego-franca.jpg" alt="desemprego-franca" width="585" height="290" /><span class="post-image-credit">Crédito: Divulgação</span></div>
</figure>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div>Entre os ocupados, cerca de 3,2 milhões estavam sem a remuneração do trabalho, o que representa 32,4% do total de pessoas afastadas do trabalho. No mês anterior, quase metade dos afastados (48,4%) ficou sem remuneração.</div>
<div></div>
<div>Ainda entre 9,7 milhões que estavam afastados do trabalho, 6,8 milhões estavam nessa situação devido ao distanciamento social, queda 42,6% em relação ao total de pessoas afastadas em junho. “Isso corresponde a menos da metade das pessoas que estavam afastadas em maio, quando a pesquisa começou. Elas retornaram ao trabalho ou podem ter sido demitidas”, explicou Maria Lúcia Vieira, coordenadora da pesquisa.</div>
<div></div>
<div>No grupo dos não afastados do trabalho, 8,4 milhões estavam trabalhando de forma remota, ou 11,7% da população ocupada que não estava afastada.</div>
<div></div>
</section>
<div></div>
<div>Fontes: IBGE e Vermelho.org</div>
<div>Foto destacada: sinttelba</div>
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		<title>Metrô de SP corta salário e categoria ameaça parar nessa terça feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 07:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Companhia anunciou que não vai pagar parte das remunerações este mês; houve queda de 65% de passageiros na pandemia. Até agora não houve acordo de campanha<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Companhia anunciou que não vai pagar parte das remunerações este mês; houve queda de 65% de passageiros na pandemia. Até agora não houve acordo de campanha salarial. Data base é 1º de maio.</p>
<p>O Metrô de São Paulo decidiu não pagar parte do salário dos metroviários neste mês por causa de uma crise de caixa que se arrasta desde o começo da pandemia do coronavírus. Como reação, os funcionários da empresa decidiram marcar uma greve para a próxima terça-feira, caso não haja um acordo sobre pagamento até a véspera.</p>
<p>A Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos vem tentado há dois meses um aporte para a operação da empresa, mas até ontem não havia obtido auxílio da Secretaria Estadual do Planejamento. Ambos os órgãos estão sob responsabilidade da gestão João Doria (PSDB). O Metrô já renegociou contrato de energia, que move os trens, a maior conta da empresa e avalia até ter de reduzir contratos de limpeza, item essencial durante a crise, segundo o Estadão apurou. Escadas rolantes devem ser desligadas e banheiros públicos – onde os passageiros podem lavar as mãos – podem ser fechados.</p>
<article class="single-content-text">
<div id="attachment_45583" class="wp-caption alignnone" style="width: 578px;">
<h6><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3753" src="https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3-300x169.jpg" alt="" width="578" height="326" srcset="https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3-300x169.jpg 300w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3-768x432.jpg 768w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3-260x146.jpg 260w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3-50x28.jpg 50w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3-133x75.jpg 133w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/METRO-3.jpg 960w" sizes="(max-width: 578px) 100vw, 578px" />meutransportemetro.blogspot</h6>
<p>Entre janeiro e junho, o Metrô teve redução de R$ 730 milhões em sua receita.      Em 2019, neste período, as entradas haviam sido de R$ 1,54 bilhão. Em 2020, com uma queda de 65% no número de passageiros, a receita foi de R$ 812 milhões, segundo dados do Portal da Transparência. No momento, a operação acumula um prejuízo superior a R$ 365 milhões.</p>
</div>
<p>A decisão sobre o corte de salário foi informada aos funcionários na noite de quinta-feira, por uma mensagem enviada pelo e-mail corporativo. O texto afirma que “o salário do mês de julho será processado no dia 31 de julho com redução de 10%”. A diferença será paga, diz o texto, “tão logo haja receita”, sem fixar uma data.</p>
<div id="attachment_45589" class="wp-caption alignright" style="width: 244px;">
<p><img decoding="async" class="wp-image-45589 " title="Wagner Fajardo, Coordenador Geral do Sindicato dos Metroviários de SP" src="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fajardo-coordenador-do-sindicato-dosmetrovi%C3%A1rios-sp-296x300.jpg" sizes="(max-width: 296px) 100vw, 296px" srcset="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fajardo-coordenador-do-sindicato-dosmetroviários-sp-296x300.jpg 296w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fajardo-coordenador-do-sindicato-dosmetroviários-sp-92x92.jpg 92w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fajardo-coordenador-do-sindicato-dosmetroviários-sp.jpg 767w" alt="" width="244" height="247" aria-describedby="caption-attachment-45589" /></p>
<p id="caption-attachment-45589" class="wp-caption-text">Wagner Fajardo</p>
</div>
<p>Wagner Fajardo, Coordenador Geral do Sindicato dos Metroviários de SP afirmou que “O governo do Estado e a direção do Metrô, são os responsáveis pela greve, pois além de retirar direitos dos metroviários, ainda ameaçam reduzir os salários neste mês de julho. Tudo isso, sem nenhum diálogo com os trabalhadores e o Sindicato.</p>
<p>Os metroviários são a única categoria do funcionalismo paulista que terá atraso salarial. A categoria vinha em uma negociação trabalhista por melhorias, pois está ainda em campanha salarial mas, até agora, o Metrô havia evitado a greve. Com o atraso de pagamento, os metroviários fizeram assembleia ontem e decidiram pela paralisação.</p>
<p>A empresa não recebe auxílio direto do governo porque, formalmente, não é uma estatal. É uma empresa de economia mista que faz parte da administração indireta.</p>
<p><strong>Negociação</strong></p>
<p>Segundo o sindicato da categoria, haverá audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) marcada para  segunda feira, dia 27/07. O sindicato lembra ainda que a data base da categoria é 1º de maio, e até agora os metroviários seguem sem  assinatura de acordo com a companhia.</p>
<p>Fonte: Com O Estado de São Paulo</p>
<p>Imagem destacada: Foto: Renato Lobo/viatrolebus</p>
</article>
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		<title>Cai em dois milhões o número de trabalhadores afastados devido à pandemia na primeira semana de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 07:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<fieldset></fieldset>
<div class="pg-noticias-view"><center></center>O número de pessoas ocupadas que estavam afastadas do trabalho devido ao distanciamento social manteve a trajetória de queda verificada desde que começou o processo de flexibilização. Esse contingente caiu para 8,3 milhões (10,1% dos ocupados) entre 28 de junho e 4 de julho, enquanto na semana anterior eram 10,3 milhões.</p>
<p>Já a população ocupada e não afastada do trabalho aumentou de 69,2 milhões para 71,0 milhões. Dentro desse grupo, 8,9 milhões (12,5%) trabalhavam remotamente, mantendo estabilidade em relação à semana anterior. Os dados são da PNAD COVID19 semanal, divulgada hoje (24) pelo IBGE.</p>
<p>“Enquanto a população ocupada e afastada por diversas causas, inclusive distanciamento social, diminuiu em cerca de 2,5 milhões de pessoas, os ocupados e não afastados aumentaram em 1,8 milhão, uma diferença de cerca de 700 mil”, explica a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, acrescentando que uma parte dos ocupados retornou ao trabalho e outra parcela foi para fora da força, ou seja, não voltou a trabalhar, nem procurou trabalho.</p>
<p><img decoding="async" id="MainContent_imgNoticia" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/PNAD_Covid_RetornoTrabalho_HOME_Claudio_Vieira_PMSJC_.jpg" /></p>
<p>A taxa de desocupação na semana, de 12,3%, permaneceu estável frente à semana anterior. Já o número de pessoas desocupadas teve ligeira redução, de 12,4 milhões para 11,5 milhões. Ao mesmo tempo, a população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) subiu de 75,1 milhões para 76,8 milhões de pessoas. Desse grupo, 28,7 milhões (37,4%) disseram que gostariam de trabalhar, mais do que os 26,9 milhões (35,4%) da semana anterior. “Essa queda no número de pessoas desocupadas está mais associada à saída dessas pessoas da força de trabalho do que pela entrada na população ocupada. São pessoas que, naquela semana, não procuraram trabalho por algum motivo”, analisa Maria Lucia.</p>
<p>Cerca de 19,4 milhões de pessoas fora da força de trabalho gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho na semana por causa da pandemia ou porque não encontraram ocupação no local em que moravam. Esse contingente, que corresponde a 67,4% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar, foi maior do que na semana anterior, quando eram 17,8 milhões (66,2%).</p>
<p><strong>Número de pessoas com sintomas de síndrome gripal cai de 15,4 milhões para 14,3 milhões</strong></p>
<p>Entre 28 de junho e 4 de julho, 14,3 milhões de pessoas apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal(febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular), o que indica uma queda em relação à semana anterior (15,4 milhões) e à primeira semana da pesquisa, em maio (26,8 milhões). Os sintomas que apresentaram queda foram a tosse (de 4,9 para 4,3 milhões), a dificuldade de respirar(de 1,9 para 1,6 milhão) e a dor de cabeça (de 7,2 para 6,6 milhões). Entre as pessoas com sintomas, 3,1 milhões procuraram atendimento em algum estabelecimento de saúde, mantendo estabilidade em relação à semana anterior. Os ambulatórios e consultórios privados ou ligados às forças armadas atenderam 311 mil pessoas com sintomas, com proporção estável, porém menor em números absolutos em relação à semana anterior (322 mil) e à primeira semana de maio (320 mil).</p>
<p>Cerca de 933 mil pessoas procuraram atendimento em hospitais, um contingente estatisticamente estável em relação à semana anterior. Desse total, 136 mil (14,6%) foram internadas, também mantendo estabilidade frente à terceira semana de junho.</p>
<p>A PNAD COVID 19 é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal. O IBGE faz divulgações semanais e uma mensal da pesquisa. A pesquisa se enquadra como um dos produtos das Estatísticas Experimentais do IBGE.</p>
<p>Fontes:  <span id="MainContent_lblFonte">IBGE</span> &#8211; <span id="MainContent_lblData"> </span>mundosindical</p>
<p>Imagem destacada: reprodução</p>
</div>
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		<title>Parcelas do Seguro-desemprego podem ser prorrogadas por mais tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 11:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O sindicato dos comerciários de São Paulo promoveu mutirão do emprego em São Paulo O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador analisa a possibilidade<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="single-title"></h1>
<article class="single-content-text">
<div id="attachment_36208" class="wp-caption alignnone">
<p id="caption-attachment-36208" class="wp-caption-text">O sindicato dos comerciários de São Paulo promoveu mutirão do emprego em São Paulo</p>
</div>
<p>O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador analisa a possibilidade de estender o pagamento do seguro-desemprego para mais duas parcelas para quem for demitido sem justa causa durante o período da crise causada pela pandemia do coronavírus.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36208 aligncenter" src="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-1024x683.jpg" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-1024x683.jpg 1024w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-300x200.jpg 300w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego-768x512.jpg 768w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/desemprego.jpg 1140w" alt="" width="626" height="417" aria-describedby="caption-attachment-36208" /></p>
<p>Se aprovada, a medida atenderá cerca de 6 milhões de pessoas e terá um impacto de R$ 16,1 bilhões nas contas públicas.</p>
<p>O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas do seguro-desemprego, dependendo do tempo de trabalho e de quantas vezes o pedido foi feito. Caso a medida seja aprovada, quem for demitido sem justa causa terá de cinco a sete parcelas do benefício.</p>
<p>A medida valeria para quem for demitido sem justa causa ou que esteja recebendo o seguro-desemprego.</p>
<p>Segundo representantes dos trabalhadores, o custo seria de mais R$ 16,1 bilhões neste ano.</p>
<div id="attachment_11621" class="wp-caption alignleft">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11621 size-full" title="Sergio Luiz Leite, representante da Força Sindical no CODEFAT/Foto: Arquivo Força" src="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho.jpg" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" srcset="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho.jpg 585w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho-300x229.jpg 300w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/serginho-100x75.jpg 100w" alt="Serginho" width="585" height="446" aria-describedby="caption-attachment-11621" /></p>
<p id="caption-attachment-11621" class="wp-caption-text">Sergio Luiz Leite, representante da Força Sindical no CODEFAT/Foto: Arquivo Força</p>
</div>
<p>“Quem ficar desempregado agora encontrará um mercado de trabalho ainda longe do que pode ser considerado normal. Não tenho dúvida de que será mais difícil conseguir uma vaga.”, disse o representante da Força Sindical no Codefat, Sérgio Luiz Leite.</p>
<p>A medida ainda será votada em reunião do Codefat. Sendo aprovada, os trabalhadores dispensados entre 20 de março e 31 de dezembro deste ano já terão direito à ampliação do benefício.</p>
<p>Os responsáveis pela proposta são os conselheiros que representam os trabalhadores no Codefat. A medida se baseia na emenda constitucional 106 de 2020, que criou o orçamento de guerra.</p>
<p>“O orçamento de guerra deixa claro que não precisam ser observados limites de criação e expansão de despesas, desde que a medida tenha os efeitos limitados ao período de calamidade”, afirmou o conselheiro.</p>
<p>Fonte: radiopeaobrasil<br />
Imagem destacada: contabeis.com.br</p>
</article>
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		<title>Governo edita decreto que amplia prazo para suspensão de contratos de trabalho e redução da jornada</title>
		<link>https://sindquimsuzano.org.br/governo-edita-decreto-que-amplia-prazo-para-suspensao-de-contratos-de-trabalho-e-reducao-da-jornada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 12:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Redução em até 70% da jornada de trabalho e de salários passa a valer por 4 meses em vez de 3; suspensão de contratos que valia<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Redução em até 70% da jornada de trabalho e de salários passa a valer por 4 meses em vez de 3; suspensão de contratos que valia por 2 meses também é ampliada para 4.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo federal editou decreto que amplia o prazo do programa que permite a redução de jornada e de salário e a suspensão de contratos de trabalho, <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/01/veja-detalhes-da-mp-que-autoriza-reducao-de-jornada-e-salario-em-ate-tres-meses.ghtml">medidas que foram anunciadas em meio à pandemia do novo coronavírus</a> como forma de evitar uma perda maior de empregos.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O decreto foi publicado no &#8220;Diário Oficial da União&#8221; desta terça-feira (14), com assinatura do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A medida provisória inicial, que foi <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/07/06/bolsonaro-anuncia-sancao-da-mp-que-permite-reduzir-jornada-e-salario-durante-pandemia.ghtml">sancionada no último dia 6 e transformada em lei</a>, previa a suspensão dos contratos de trabalho por até dois meses e a redução da jornada e de salários em até 70% por até três meses.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com o decreto publicado nesta terça, fica permitida a redução da jornada e do salário por mais 30 dias, completando quatro meses (120 dias) desde que a medida foi anunciada. Para a suspensão dos contratos, o prazo foi ampliado em 60 dias, e também passa a completar quatro meses (120 dias).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A suspensão do contrato de trabalho poderá ser efetuada de forma fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que esses períodos sejam iguais ou superiores a 10 dias e que não seja excedido o prazo de 120 dias.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Economia_3__container__">O empregado com contrato de trabalho intermitente terá direito ao valor de R$ 600 também pelo período adicional de um mês, contado da data de encerramento do período de três meses.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda prevê que o trabalhador permanecerá empregado durante o tempo de vigência dos acordos e pelo mesmo período depois que o acordo acabar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o Ministério da Economia, mais de 12 milhões de contratos já foram assinados desde a implantação do benefício emergencial para preservação do emprego. Veja abaixo:</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3715 aligncenter" src="https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-300x161.jpg" alt="" width="757" height="406" srcset="https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-300x161.jpg 300w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-768x411.jpg 768w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-260x139.jpg 260w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-50x27.jpg 50w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1-140x75.jpg 140w, https://sindquimsuzano.org.br/wp-content/uploads/2020/07/materia-G1.jpg 1008w" sizes="auto, (max-width: 757px) 100vw, 757px" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">              Balanço do Ministério da Economia sobre o programa de preservação de emprego — Foto: Reprodução</h6>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>FONTE: g1.globo.com</strong></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">Fonte imagem destacada: contabeis.com.br</h6>
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		<title>Quando a crise passar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 09:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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<div class="pg-artigos-view">
<p>A pandemia de coronavírus colocou o Brasil numa situação crítica na saúde e na economia. Todos nós, em maior ou menor grau, fomos afetados. Mais de três meses após o início da quarentena e com muitos municípios iniciando a flexibilização, mesmo com número de novos doentes em alta, a realidade é triste para empresas e trabalhadores. Vários negócios não sobreviveram e muitos estão combalidos e com dificuldades de retomar a operação. Boa parte dos trabalhadores teve redução de renda e outra suspensão de contrato. E tantos outros perderam o emprego. Só em Bauru, foram 4 mil.</p>
<p>Como será a retomada da atividade produtiva, se haverá demanda crescente de consumo, qual percentual de empresas conseguirá sobreviver e como se comportará o mercado de trabalho, é uma incógnita. Tudo é muito incerto neste momento. No nosso setor, o químico, felizmente temos alguns segmentos, como o do plástico e do etanol, que estão voltando a produzir e com demanda. Temos várias empresas em Bauru e região que haviam suspendido contrato de trabalho ou reduzido jornada e salário, amparadas pela MP 936, recentemente convertida na Lei 14.020/2020, que estão voltando à operação como eram antes. E estão mantendo seus funcionários!</p>
<p>Mas tantas outras empresas, de vários setores, ainda estão sem condições de retomar. Para essas, a suspensão de contrato de trabalho ou a redução de jornada e salário, é o jeito de tentar saírem vivas da crise. Visando a manutenção de emprego e renda, a Lei 14.020/2020 prorrogou esse expediente até 31 de dezembro deste ano. Porém, não é até o final do ano para toda empresa, para todo trabalhador. A redução de salário e jornada ou suspensão de contrato de trabalho é permitida por, no máximo, 120 dias. Ou seja, a empresa e o trabalhador que aderiram à então MP 936 em abril, já utilizaram os 120 dias e não têm mais direito. Para essas empresas, partir de agora, é sobreviver ou reduzir funcionários ou, numa situação extrema, encerrar as atividades. E essa é a nossa grande preocupação.</p>
<p>Essas empresas que estão voltando ou vão voltar terão de arcar com a folha de pagamento. Será que vão conseguir vender seus produtos e serviços e pagar seus funcionários? Infelizmente, calculamos que o Brasil vai sair dessa crise de saúde com mais de 40 milhões de pessoas sem renda, entre desempregados e aqueles que tinham os seus pequenos negócios e fecharam. Vamos precisar de muita maturidade, tranquilidade entre os sindicatos, as empresas e o poder público para encontrar uma saída que amenize a crise, o sofrimento do povo e não deixar que tenhamos milhões e milhões a mais de miseráveis no Brasil.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="MainContent_imgConteudo" class="alignleft" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/colaboradores/upload_/edson_dias_bicalho_200x300.jpg" width="107" height="161" /><span id="MainContent_lblColaborador"></span></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span id="MainContent_lblColaborador">Edson Dias Bicalho, presidente do STI Bauru </span><span id="MainContent_lblColaborador">e secretário geral da FEQUIMFAR</span><span id="MainContent_lblFonte"></span></p>
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		<title>Bolsonaro veta ultratividade das convenções e acordos coletivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 14:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[  O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos o texto aprovado pelo Senado que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Entre<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<fieldset>
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<div class="pg-noticias-view"><center></center>O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos o <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/senado-aprova-mp-936-e-derruba-alteracoes-na-jornada-dos-bancarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">texto aprovado pelo Senado</a> que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Entre os vetos, está o trecho que dizia que “as cláusulas das convenções coletivas ou dos acordos coletivos de trabalho vencidos ou vincendos, salvo as que dispuserem sobre reajuste salarial e sua repercussão nas demais cláusulas de natureza econômica, permanecerão integrando os contratos individuais de trabalho, no limite temporal do estado de calamidade pública, e somente poderão ser modificadas ou suprimidas mediante negociação coletiva.”</p>
<p>Segundo o presidente, “a propositura legislativa contraria o interesse público, tendo em vista que a vedação atualmente em vigor à ultratividade das normas coletivas, por força da reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 2017), visa incentivar a negociação, a valorização da autonomia das partes e a promoção do desenvolvimento das relações de trabalho.”</p>
<p>“É um absurdo o governo Bolsonaro vetar a ultratividade aprovada pelo Congresso Nacional. Mais uma demonstração de que não governa para a classe trabalhadora e sim contra ela”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. “Dizer que o veto é de interesse público e tentar justificar que se trata de algo que visa incentivar a negociação entre patrões e empregados, desconsiderando que estamos em um momento de pandemia, é uma mentira deslavada. Querem aproveitar esse momento de crise para reduzir o poder de negociação dos trabalhadores e aumentar o do empresariado”, criticou a presidenta da Contraf-CUT.</p>
<h3>Redução salarial</h3>
<p>Sancionada, a antiga Medida Provisória (MP) 936 tornou-se a Lei 14.020 e foi publicada na edição desta terça-feira (7) do Diário Oficial da União. Além de criar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, ela permite acordos de redução proporcional dos salários e da jornada de trabalho de 25%, 50% ou 70%, além de suspensão dos contatos, durante o período de calamidade pública decretada pelo governo em razão da pandemia causada pelo novo coronavírus.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" id="MainContent_imgNoticia" class="aligncenter" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/tag_veto_a_ultratividade.jpg" width="680" height="341" /><br />
O governo também vetou o item que prorrogou até o ano que vem a desoneração da folha de pagamento de empresas de 17 setores de atividade. O prazo atual vai até dezembro próximo. Além disso, foi vetado trecho que permitia a empregados sem direito ao seguro-desemprego e dispensados sem justa causa durante a pandemia o acesso ao auxílio emergencial.</p>
<h3>Pressão no Congresso</h3>
<p>Mesmo diante de um interminável caos político, socioeconômico e com a pandemia do coronavírus sem controle, o presidente continua a destruir, de acordo com suas conveniências, tudo o que foi construído no Congresso Nacional, com muita luta, para minimizar os prejuízos dos trabalhadores e trabalhadoras”, observou Jeferson Meira, o Jefão, Secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT.</p>
<p>“Vamos, mais uma vez, pressionar o Congresso Nacional, para que o veto presidencial seja derrubado”, concluiu Juvandia.</p>
<p>Para serem derrubados, os vetos presidenciais precisam de maioria absoluta na Câmara ou no Senado, 257 e 41 votos, respectivamente.</p>
<p>Fonte:  <span id="MainContent_lblFonte">Contraf-CUT</span></p>
</div>
<div>Imagem destacada: Reuters/Ueslei Marcelino/publico.pt</div>
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		<title>Com a pandemia, 7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 12:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a crise causada pela Covid-19 vem empurrando boa parte da força de trabalho<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><center><img decoding="async" id="MainContent_imgNoticia" src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/img2_Com_a_pandemia_7_milhoes_de_mulheres_dei_25010.jpg" /></center>De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a crise causada pela Covid-19 vem empurrando boa parte da força de trabalho feminina para casa.</p>
<p>Na duas últimas semanas de março, período que marca o início da quarentena em diversos estados brasileiros, 7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho. São dois milhões a mais em relação aos homens na mesma situação.</p>
<p>Para além das demissões, as mulheres enfrentam mais dificuldades para procurarem vagas e se manterem no mercado de trabalho. Pesquisadores indicam que essa é a primeira vez nos últimos três anos em que a maioria das mulheres fica fora da força de trabalho – que engloba aqueles que estão trabalhando ou procurando emprego.</p>
<p>Devido à quarentena, o número de desempregados não reflete de forma precisa na crise do mercado. De acordo com a Pnad Covid-19, que utilizou dados de maio, 17,7 milhões de trabalhadores não conseguiram procurar trabalho por causa da pandemia.</p>
<p>Ao analisar o trimestre inteiro (de janeiro a março), o número de mulheres que perderam seus empregos foi 25% maior em relação aos homens. Por estarem em ocupações mais precárias, as mulheres acabam sendo demitidas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, enquanto a população ocupada caiu 3,4% no primeiro trimestre em comparação a 2019, as domésticas registram uma queda quase três vezes maior: 10,1%.</p>
<p>Fonte:  <span id="MainContent_lblFonte">O Globo</span> &#8211; <span id="MainContent_lblData">07/07/2020</span></p>
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		<title>Bolsonaro sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 11:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<section id="post-content" class="post-content"><strong><em class="post-excerpt">O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.</em></strong>O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.</p>
<p>Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="ck-img" src="https://fsindical.org.br/midias/585x290/32955-foto-01.jpg" alt="carteira de trabalho" width="585" height="290" /><br />
<strong>Mudança</strong><br />
Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.</p>
<p>A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.</p>
<p>Fonte:  Agência Brasil &#8211; Brasília</p>
<p>Foto destacada: jornaldiadia</p>
<p>&nbsp;</p>
</section>
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		<title>TST: estabilidade para gestante não vale para empregada temporária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 11:46:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou neste mês que empregadas gestantes contratadas para trabalho temporário não têm direito à estabilidade prevista na Constituição.O caso foi<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="single-title"></h1>
<article class="single-content-text">O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou neste mês que empregadas gestantes contratadas para trabalho temporário não têm direito à estabilidade prevista na Constituição.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1310905&amp;o=node" />O caso foi decidido no processo envolvendo uma consultora de vendas que prestou serviços temporários a uma operadora de telefonia. Ela comprovou que estava grávida de 13 semanas quando foi demitida, mas o tribunal superior não reconheceu o benefício.O caso, que ocorreu em 2016, chegou ao TST após a trabalhadora ganhar o direito à estabilidade na primeira e na segunda instância da Justiça trabalhista, onde ficou decidido que a garantia constitucional de estabilidade gestacional deve ser aplicada independentemente da modalidade de contratação. Dessa forma, a empregada deveria ter garantido o vínculo empregatício no período entre a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.Inconformada com a decisão, a empresa que empregava a gestante e prestava serviços à operadora recorreu ao TST por entender que beneficio não vale para contratações temporárias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-44501 size-large" title="Foto: Ana Nascimento" src="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-gravida-1024x613.jpg" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-gravida-1024x613.jpg 1024w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-gravida-300x179.jpg 300w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-gravida-768x459.jpg 768w, https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-gravida.jpg 1170w" alt="" width="1024" height="613" aria-describedby="caption-attachment-44501" /></p>
<p>Ao julgar o caso, por unanimidade, a Sexta Turma do TST deu razão para a empresa e entendeu que a gestante não tem direito à garantia provisória de emprego. Os integrantes do colegiado entenderam que deve prevalecer a decisão do plenário do tribunal que, em novembro do ano passado, definiu que o benefício não vale para o trabalho temporário, regido pela Lei 6.019/74, norma que regulamentou esse tipo de atividade.</p>
<p>De acordo com o artigo 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição, é proibida dispensa arbitrária ou sem justa causa da “empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto”.</p>
<p>É com base nesta regra que a estabilidade é garantida. No entanto, a norma sempre foi aplicada aos casos de contratos por tempo indeterminado e há divergências na Justiça sobre a validade para trabalhadoras temporárias.</p>
<p>No trabalho temporário, uma empresa contrata uma pessoa para prestar serviços a uma outra empresa, considerada a tomadora, por prazo determinado.</p>
<p>Foto: Ana Nascimento</p>
<p>Foto destacada: andrealvino.jusbrasil</p>
<p>Fonte: radiopeaobrasil</p>
</article>
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